quarta-feira, 18 de março de 2009

Lição nº 38/40




A distribuição da população mundial.
Factores que influenciam a distribuição da população.

quarta-feira, 4 de março de 2009

LIÇÃO Nº 37 e 38

Ficha de avaliação
Consequências sócio-demográficas da estrutura etária da população

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Aula nº 35 e 36

entrega e correcção da ficha de avaliação
A estrutura etária da população

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Lição nº 33, 34

Ficha de avaliação

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Lição nº 31 e 32

Correcção do TPC.
Revisões

Nota: A aula não correu de acordo com o planificado, pois:
poucos alunos fizeram o tpc, na turma A cerca de 50% da turma fez o tpc e na turma B só um aluno.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

LIÇÃO Nº 29 E 30

A evolução e o comportamento de alguns indicadores demográficos

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Lição 27 e 28

A evolução da população mundial
resolução de uma ficha de trabalho

domingo, 4 de janeiro de 2009

teste interactivo

Vamos ver se consegues fazer este teste. Foi retirado do site: Sala virtual de geografia
http://geografiafixe.com.sapo.pt/populacao.htm

No final do teste confere as tuas respostas

AULA25 E 26

Introdução ao estudo do tema:
Evolução da população e o comportamento dos indicadores demográficos.
Evolução da população mundial.
Fases do crescimento demográfico.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

lição 23 e 24

Entrega e correcção da ficha de avaliação.
Auto-avaliação

LIÇÃO Nº 21 E 22

ficha de avaliação

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

AULA 19 E 20

Trabalho de grupo sobre riscos e catástrofes naturais.


Os alunos trataram a informação que recolheram na biblioteca municipal e procederam a novas pesquisas para a realização do trabalho.
Iniciaram a redação do trabalho.



O TRABALHO DE PESQUISA EM GEOGRAFIA
— Como executar um trabalho escrito de pesquisa em Geografia?

O que deve constar num trabalho de pesquisa
Definir a estrutura a utilizar na realização do trabalho.
Este deve ter:
a) Capa
b) Folha em branco (facultativo)
c) Folha de rosto
d) Agradecimentos (facultativo)
e) Índice
f) Introdução
g) Desenvolvimento
h) Conclusão
i) Bibliografia
j) Anexos
1) Contracapa (facultativo)

Etapas a seguir para a sua construção

1ª - Etapa
Para elaborar um trabalho de pesquisa deve começar-se por procurar informações sobre o tema a trabalhar recorrendo a bibliografia diversa ou a motores de busca na lnternet. A informação deve ser cuidadosamente seleccionada e organizada.
2 ª Etapa
Depois de se conhecer bem o assunto sobre o qual se vai trabalhar e investigar, deve fazer-se um plano que determine o desenvolvimento do trabalho. Esse plano deverá compreender uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Nesta fase, deve ter-se em consideração o tempo e a quantidade de informação disponíveis para a elaboração do trabalho
3ª Etapa
Organizar a informação recolhida, ordenando-a segundo a sua importância.
4ª Etapa
Produzir a capa do trabalho. Esta deve mencionar:
a) O nome da escola (deve surgir na parte superior da folha);
b) O título (e o subtítulo do trabalho (deve apresentar uma posição central e um tipo de letra que promova o seu destaque);
c) O nome do(s) autor(es), bem como os números e a turma a que os mesmos pertencem (deve surgir abaixo do título, à direita ou ao centro);
d) O local de realização;
e) A data ou o ano lectivo de realização (estes dois últimos itens devem surgir no fundo da página e centrados).
A capa pode apresentar uma ilustração ou uma imagem que facilite a compreensão do tema do trabalho.

5ª Etapa
Elaborar a folha de rosto do trabalho. Esta deve incluir:
a) O nome do(s) autor(es), bem como os números e a turma a que os mesmos pertencem;
b) O título (e o subtítulo] do trabalho;
c) A designação da disciplina;
d) O nome do professor responsável pela disciplina ou orientador do trabalho;
e) O nome da escola;
f) A data ou o ano lectivo de realização.

6ª Etapa
Esta etapa é de execução facultativa e corresponde à elaboração de uma página onde se registam os agradecimentos, podendo agradecer-se a todas as pessoas que de alguma forma contribuíram para a realização do trabalho, nomeadamente com a cedência de informação diversa, ou que responderam a entrevistas ou inquéritos, por exemplo.

7ª. Etapa
Organizar o índice do trabalho, onde deve ser referida a ordem de cada capítulo e subcapítulo, identificando-se a página onde os mesmos se iniciam.
O número de páginas que o trabalho contém deve começar a ser contado a partir da folha de rosto.

8ª Etapa
Elaborar a introdução, onde deve constar uma explicação sobre a pertinência do tema tratado e os objectivos que pautam a sua execução.
Este deve também conter uma breve descrição da estrutura que o trabalho apresenta, podendo incluir uma explicação sucinta dos conteúdos gerais das partes mais importantes.
Neste espaço deve também descrever-se a metodologia utilizada, quando esta é importante para a orientação da investigação executada, especialmente quando também surge necessidade de se indicarem os constrangimentos e dificuldades que se colocaram para a realização do trabalho.

9ª Etapa
Elaborar o desenvolvimento, que corresponde ao corpo efectivo do trabalho, onde surgem os conteúdos propriamente ditos, e deve corresponder à parte mais extensa do mesmo.
Deve ter-se especial cuidado com a linguagem utilizada, já que esta deve ser clara, concisa, rica e coerente, sem erros ortográficos. Para evitar esta situação, é possível, quando o trabalho é feito em suporte digital, recorrer-se ao corrector ortográfico, mas deve ter-se cuidado com o corrector utilizado, já que muitos deles não estão completos ou surgem em português do Brasil.
Na construção do texto deve apresentar-se a noção dos termos ou conceitos utilizados considerados fundamentais para o trabalho devendo também privilegiar-se a utilização de frases afirmativas e curtas procurando expor apenas uma ideia por parágrafo construído

10ª Etapa
Realizar a conclusão do trabalho. Esta deve corresponder a uma reflexão onde se exponham as principais conclusões retiradas da execução do trabalho.
Este espaço pode conter algumas opiniões e considerações do autor sobre a realização do trabalho, nomeadamente as dificuldades que encontrou durante sua execução, bem como a apresentação de ideias

11. Etapa
Organizar a bibliografia: esta corresponde à referência ordenada de todas as fontes consultadas para a realização do trabalho, ordenando alfabeticamente s apelidos dos autores.
As fontes devem ser agrupadas tendo em conta a sua tipologia; ou seja, em primeiro lugar devem surgir as referências bibliográficas, seguindo uma determinada ordem: primeiro as obras de referência (dicionários, enciclopédias, ….). Depois a restante bibliografia geral e específica e, por último, os artigos de revistas e jornais. Só depois é que se apresentam as referências a aplicações informáticas (software]: primeiro as de referência (dicionários, enciclopédias,), depois as de âmbito geral e específico. Finalmente devem apresentar-se as referências que correspondem às consultas executadas via Internet, identificando o endereço consultado.
As referências devem respeitar determinadas regras consoante o tipo de documento consultado:

12ª Etapa
Adicionar os anexos do trabalho. Neste espaço podem incluir-se documentos que se considerem pertinentes, mas que não necessitem de estar no corpo do trabalho, como textos, mapas, gráficos, quadros, entre outros.
Os anexos devem ser numerados com numeração romana, sendo sempre legendados e referida a sua fonte.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

lição nº 17 e 18

Resolução de uma ficha de trabalho.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

lição nº 15 e 16

Ida à biblioteca municipal a fim de realizar uma pesquisa para o trabalho de grupo que irá ser realizado nas aulas.

O principal objectivo desta visita foi os alunos ficarem a conhecer melhor a biblioteca municipal. Aprender técnicas de pesquisa e aprenderem a preencher os documentos que irão utilizar para a realização do trabalho (guia de pesquisa)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Guia para o trabalho de grupo- catástrofes naturais

“Prevenir as catástrofes naturais a fim de alcançar o desenvolvimento sustentável” Centro de informação da ONU em Portugal 8/10/2004

As Grandes questões a que terás de saber responder no final deste capítulo:
- O que são riscos naturais?
- Quais os riscos naturais que podem afectar a humanidade?
- Quais os riscos naturais mais susceptíveis de afectar Portugal
- Será possível a prevenção dos diversos riscos naturais?

Fenómenos a estudar:
Inundações/ cheias
Desabamentos/avalanchas
Secas prolongadas /Vagas de frio /calor
Furacões
Sismos/tsunamis
Erupções vulcânicas

-Identificar os riscos e avaliar as consequências das catástrofes naturais.
- Localização do fenómeno
- Pesquisa em documentos
- Interpretação e análise da informação recolhida evidenciando a inter relação entre os fenómenos geográficos
- Tratamento da informação (elaboração de gráficos e mapas)
- Enumerar as causas e as consequências
- Medidas de prevenção/remediação
Nota Sempre que possível estes temas devem ser tratados à escala nacional

“ A sociedade actual da informação permite o conhecimento do que se passa em qualquer ponto do planeta, quase em tempo real.
Os meios de comunicação social dão a conhecer, descrevem e exploram cada momento de uma catástrofe natural”
http://www.meteo.pt/ - Meteorologia
http://www.expresso.clix.pt/
http://www.publico.clix.pt/
http://www.snpc.pt/ Proteção civil
http://www.nhc.noaa.gov/ - Centro nacional de furacões

Sugestão de filmes
O tornado
Um dia depois de amanhã
Tsunami
Vulcão
Cume de Dante
Caçadores de vulcões – National Geographic
Coleção natureza em fúria “ “
Forças da natureza “ “

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

lição nº 13/ 14

O relevo litoral

O que fizemos:
Resolução das perguntas da página 161 do manual.
Visionamento de alguns sites sobre o assunto (links do blog)

lição nº 11/12

Entrega e correcção da ficha de avaliação.
A gestão dos recursos hidricos
O que fizemos:
Corrigimos a ficha de avaliação
Visionamento de um PP sobre os problemas dos recursos hidricos
Fizemos os grupos de trabalho para trabalharmos o tema: "riscos e catástrofes naturais"

lição nº 9/10

Ficha de avaliação

AULA 7 e 8

As bacias hidrográficas.
A rede hidrográfica portuguesa

domingo, 5 de outubro de 2008

alguns conceito sobre rios

· O que vais ler a seguir foi retirado do Site Junior

Os rios são cursos de água naturais, compridos, mais ou menos caudalosos, que descem ao longo de um canal natural de um nível mais elevado para outro mais baixo, isto é, nascem no cimo de uma serra e correm até outro rio ou até ao mar.
· Têm origem num ponto chamado nascente (a montante, isto é do lado onde «nascem») e desaguam em outro curso de água (neste caso chamam-se afluentes), num lago ou no mar, a jusante - do lado onde desaguam.Ao local onde desaguam chama-se foz.
· Ao longo do seu curso, aos rios podem juntar-se-lhe outros cursos de água mais pequenos, chamados afluentes (ou tributários).Um rio e os seus afluentes estão contidos naquilo a que se chama a bacia hidrográfica.
· A água dos rios vem de nascentes, que são locais onde a água brota naturalmente, de depósitos internos nas rochas que acumulam água da chuva e também da neve e gelo, quando derretem.
· As fontes da água são, portanto, as águas pluviais (da chuva) que penetram nas rochas a cotas (altitudes) mais elevadas.
· Durante a sua passagem subterrânea, a água pode dissolver substâncias minerais, que podem depois precipitar (lançar) junto à nascente. É por isso que existem nascentes de águas minerais.
· Uma nascente pode ser permanente ou temporária (intermitente), dependendo nível das águas que acumula e da forma das rochas à sua volta.



Vocabulário de rios


Afluente - Rio que desagua noutro curso de água, noutro rio. Também se podem chamar tributários.
Bacia hidrográfica - É a zona onde corre um rio e os seus afluentes.
Bordo, bordos - O mesmo que margens do rio.
Canal - Local onde corre um curso de água, pode ser um canal natural (um rio, ribeiro, riacho, etc.) ou pode ser canalizado artificialmente, pelo Homem, fazendo a água correr por onde pretende.
Caudal - É a quantidade de água que corre num rio. (Também se pode falar em «fluxo».) Num rio, é o volume de água que passa num dado ponto, por unidade de tempo. Exprime-se, normalmente, em metros cúbicos por segundo.Os caudais são cuidadosamente estudados por especialistas, pois podem assinalar quando é que um rio oferece perigo de inundação.
Cheia(s) - Ocorre(m) quando o caudal de um rio aumenta anormalmente, por haver muita chuva (tecnicamente diz-se «precipitação») ou pelo facto de as barragens a montante fazerem grandes descargas de água.
Corrente - Força da água onde, no rio, esta corre com mais velocidade em direcção à foz. Gera-se devido aos obstáculos que a água tem de ultrapassar, em certos locais ou, até (em rios maiores) devido ao vento. Pode ser muito forte ou quase nem se sentir (ou ver)
.Curso (do rio) - É o local por onde o rio passa, onde o rio corre.
Delta - Foz de um rio em que este, por trazer consigo muitos sedimentos (areia e terra) e perder velocidade, se espalha em muitos cursos de água ao entrar no mar. Podem ter aspectos muito diferentes.Alguns exemplos de grandes deltas são o do Mississípi (EUA), Ganges e Bramaputra (Índia), Ródano (França), Pó (Itália) e Nilo (Egipto). O delta do Nilo tem a forma da letra grega «delta», e deu origem a esta palavra
.Estuário - Zona alargada de um rio, próxima da foz, onde há influência do meio marinho e do meio fluvial (do rio e de terra). Nesta zona misturam-se a água doce e a salgada e fazem-se sentir os efeitos da maré.
Foz - É o ponto em que as águas de um rio entram no mar ou noutro rio.
Jusante (a jusante) - É o rio em direcção à sua foz.
Leito (do rio) - É o local por onde o rio corre.
Margem, margens - São as bordas do rio, as terras que o ladeiam.Margem direita e margem esquerda: imagina-te na foz do rio, de costas para a nascente. A margem direita fica à tua direita e a margem esquerda à tua esquerda.
Meandro(s) - Num rio que corre ao longo de uma área plana é uma curva em forma de gancho. Devido à corrente, o rio pode criar meandros nas zonas de planície, que podem mudar de posição consoante as areias e terras que o rio desfaz (erosão) e que depois vão para o fundo do rio ou criam «praias» (deposição).Nalguns casos, as curvas do rio acentuam-se de tal forma, que desaparece o curso normal e surge um lago de meandro abandonado. O termo tem origem no rio Menderes, na Turquia.
Montante (a montante) - É o rio em direcção à sua nascente.
Nascente - É o ponto onde o rio nasce.Uma nascente pode ser permanente ou temporária (intermitente), dependendo nível das águas que acumula e da forma das rochas à sua volta.
Riacho, Ribeiro, Regato, etc. - Cursos de água mais pequenos, que levam água a cursos de água maiores.

Como sabes, os rios são cursos de água com o seu curso bem definido, que desaguam no mar (ou noutros rios).
Alguns dos principais rios de Portugal Clica no nome do rio para saberes mais sobre ele
Rio MINHO
Rio LIMA
Rio CÁVADO
Rio AVE
Rio DOURO
Rio VOUGA
Rio MONDEGO
Rio TEJO
Rio SADO
Rio MIRA
Rio GUADIANA

terça-feira, 30 de setembro de 2008

aula 5 e 6

correcção do trabalho de casa.
continuação da construção de um perfil topográfico

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

lição nº 3 e 4

As principais formas de relevo.
Contrução de um perfil topográfico.

Actividades
Na aula.
exercicios da página 149.
Ficha de trabalho ( aprendemos a construir um perfil topográfico)

TPC:
Ficha de trabalho nº 18 do caderno de actividades. (até à pergunta 5.2)
Tentar construir o perfil da ficha que se iniciou na aula

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Aula 1 e 2

Apresentação
Preenchimento das fichas da caderneta.
Ficha de avaliação diagnóstica

Apresentação

este blog serve unicamente para te guiar no teu estudo e para te tirar alguma dúvida que eventualmente possas vir a ter